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sábado, 2 de outubro de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010








O voto feminino no Brasil

A luta mundial dos movimentos feministas inclui em seus registros o nome da cidade de Mossoró, Rio Grande do Norte. Em 1928, esse estado nordestino era governado por Juvenal Lamartine, a quem coube o pioneirismo de autorizar o voto da mulher em eleições, o que não era permitido no Brasil, mesmo a proibição não constando da Constituição Federal.

No Consultor Jurídico do jornal “O Estado de São Paulo (www.conjur.com.br), encontra-se a informação de que logo após a proclamação da República, o governo provisório convocou eleições para uma Assembléia Constituinte. Na ocasião, uma mulher conseguiu o alistamento eleitoral invocando a legislação imperial, a Lei Saraiva, promulgada em 1881, que determinava direito de voto a qualquer cidadão que tivesse uma renda mínima de 2 mil réis. Mas a primeira eleitora do país foi a potiguar Celina Guimarães Viana, que invocou o artigo 17 da lei eleitoral do Rio Grande do Norte de 1926: “No Rio Grande do Norte, poderão votar e ser votados, sem distinção de sexos, todos os cidadãos que reunirem as condições exigidas por lei”. Em 25 de novembro de 1927 ela deu entrada numa petição requerendo sua inclusão no rol de eleitores do município. O juiz Israel Ferreira Nunes deu parecer favorável e enviou telegrama ao presidente do Senado Federal, pedindo em nome da mulher brasileira, a aprovação do projeto que instituía o voto feminino, amparando seus direitos políticos reconhecidos na Constituição Federal”.

Após Celina Guimarães Viana ter conseguido seu título eleitoral (na ilustração, ela aparece votando no prédio onde hoje funciona a Biblioteca Municipal), um grande movimento nacional levou mulheres de diversas cidades do Rio Grande do Norte, e de mais outros nove estados da Federação, a fazerem a mesma coisa. Cumpre citar igualmente o pioneirismo da estudante de direito mineira, Mietta Santiago. Mineira educada na Europa, com 20 anos retornou do velho mundo e descobriu, em 1928, que o veto ao voto das mulheres contrariava o artigo 70 da Constituição de 1891, em vigor. Com garantia de sentença judicial (fato inédito no país), conquistou o direito de votar. O que de fato fez, votando em si mesma para uma vaga de deputada federal. Acreditem, Mietta não foi eleita. Escritora, advogada e oradora competente, frequentava com desenvoltura o círculo de políticos, como também as rodas boêmias dos escritores mineiros, tais como Pedro Nava, Drummond, Abgar Renault e outros. Carlos Drummond de Andrade, impressionado com a conquista do voto feminino, dedicou a Mietta o poema "Mulher Eleitora". Leia: "MIETTA SANTIAGO/ loura poeta bacharel/ Conquista, por sentença de Juiz,/ direito de votar e ser votada/ para vereador, deputado, senador,/ e até Presidente da República,/ Mulher votando?/ Mulher, quem sabe, Chefe da Nação?/ O escândalo abafa a Mantiqueira,/ faz tremerem os trilhos da Central/ e acende no Bairro dos Funcionários,/ melhor: na cidade inteira funcionária,/ a suspeita de que Minas endoidece,/ já endoideceu: o mundo acaba".

Com a mulher eleitora, vieram outras conquistas de espaço na sociedade. Veio a primeira mulher a eleger-se deputada estadual no Brasil, e a luta pela emancipação feminina foi ganhando impulso em todo o país, levando o voto feminino a ser regulamentado em 1934. O episódio tem importância mundial, pois mais de uma centena de países ainda não permitia à mulher o direito de voto. Na própria Inglaterra civilizada o voto, apesar de permitido antes, só foi regulamento após Mossoró inscrever sua primeira eleitoral.

Sobre o mesmo tema, informa-se em www.firjansaude.com.br:8008 que os primeiros exemplos de organização de mulheres nos vieram das regiões norte e nordeste, no final do século XIX, e eram voltados para a causa abolicionista. Nascida no Ceará, em 1882, a Sociedade das Senhoras Libertadoras ou Cearenses Libertadoras, presidida por Maria Tomásia Figueira, em parceria com Maria Correia do Amaral e Elvira Pinho, atuou em defesa da liberdade fundando associações em Fortaleza e no interior do estado, contribuindo para que, em 1884, a Assembléia Legislativa provincial, finalmente, decretasse o fim da escravidão no Ceará. Nesse mesmo ano, foi criada, na cidade de Manaus, a associação Amazonenses Libertadoras, fundada por Elisa de Faria Souto, Olímpia Fonseca, Filomena Amorim, entre outras – todas brancas e representantes da elite local. Contudo, elas defendiam a emancipação de todos os escravos do solo amazonense, o que aconteceu, em 30 de março de 1887, um ano antes da Lei Áurea.

Também digna de nota foi a entidade criada em 1906, no Rio de Janeiro (Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita), por prostitutas de origem judaica, que administraram a organização por mais de 80 anos, prestando assistência social a essas mulheres esquecidas pelo Estado e discriminadas pela comunidade judaica. Chegaram a fundar uma sinagoga. Entre suas diretoras, destacaram-se Matilde Hüberger, Emmy Zusman e Amália Schkolnik.

Na mesma época (1910), Leolinda Daltro e outras feministas, entre elas a escritora Gilka Machado, fundaram, na então capital federal, o Partido Republicano Feminino, cujo objetivo era “promover a cooperação entre as mulheres na defesa de causas que fomentassem o progresso do país”. Como não poderia deixar de ser, o objetivo maior da agremiação era a luta pelo sufrágio feminino, uma vez que as mulheres não podiam votar e nem ser votadas. Esse grupo de feministas adotou uma linguagem política de exposição pessoal diante de críticas da sociedade, realizando manifestações públicas que não foram tratadas com indiferença pela imprensa e os leitores. O Partido Republicano Feminista teve o mérito inegável de lançar, no debate público, o pleito das mulheres pela ampla cidadania.

Em 1917, a agitação social das greves operárias, o movimento anarquista, o fim da primeira guerra mundial, e a maior escolaridade de mulheres da elite, trouxeram à tona uma outra geração de feministas. No ano de 1920, surgiram vários grupos intitulados Ligas para o Progresso Feminino, embrião da poderosa Federação Brasileira pelo Progresso Feminino. Fundada em 1922 e dirigida por Bertha Lutz, a Federação teve papel fundamental na conquista do sufrágio feminino e, por extensão, na luta pelos direitos políticos da mulher. Destacou-se também como organização feminista com maior inserção nas esferas de poder da época. Suas militantes escreveram na imprensa, organizaram congressos, articularam com políticos, lançaram candidaturas, distribuíram panfletos em aviões, representaram o Brasil no exterior.

Além delas, havia ainda um bom número de mulheres ativistas ligadas a outras ideologias e tradições. Maria Lacerda de Moura, por exemplo, tornou-se uma escritora polêmica que questionava os padrões comportamentais impostos às mulheres, defendendo o amor livre e negando a maternidade como um destino inevitável. Do lado dos comunistas, Laura Brandão e Maria Lopes integravam o Comitê das Mulheres Trabalhadoras, fazendo propaganda em porta de fábrica e tentando aproximar o operariado feminino e o Partido Comunista Brasileiro. A sufragista gaúcha Natércia da Silveira, dissidente da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, fundou em 1931 a Aliança Nacional de Mulheres, para prestar assistência jurídica à mulher. Com 3 mil filiadas, a Aliança foi fechada pelo golpe de 1937, que aboliu as liberdades democráticas e abortou as organizações políticas e sociais do país.

Essas organizações são apenas alguns exemplos. Por esse país imenso, muitas mulheres, infelizmente anônimas para a história oficial, pintaram, bordaram e ousaram formas de se organizar. De um jeito ou de outro, elas deram o seu recado.

No plano nacional, o Presidente Getúlio Vargas, resolve simplificar e todas as restrições às mulheres são suprimidas. Através do Decreto nº. 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, é instituído o Código Eleitoral Brasileiro, e o artigo 2 disciplinava que era eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma do código. É de ressaltar que as disposições transitórias, no artigo 121, dispunham que os homens com mais de 60 anos e as mulheres em qualquer idade podiam isentar-se de qualquer obrigação ou serviço de natureza eleitoral. Logo, não havia obrigatoriedade do voto feminino.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Dia Internacional da Mulher

 

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em a 8 de Março tem origem nas manifestações femininas por melhores condições de trabalho e direito de voto, no início do século XX, na Europa e nos Estados Unidos. A data foi adoptada pelas Nações Unidas, em 1975, para lembrar tanto as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres como as discriminações e as violências a que muitas mulheres ainda estão sujeitas em todo o mundo

 

 
Origem
A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi proposta na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. As operárias em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos contra as más condições de trabalho e os baixos salários, em 8 de Março de 1857, em Nova Iorque.
Muitos outros protestos ocorreram nos anos seguintes, destacando-se o de 1908, quando 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque, exigindo a redução de horário, melhores salários e direito ao voto.
O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América, por iniciativa do Partido Socialista da América.
Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.
Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores - a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo como sendo o fato que deu origem ao Dia Internacional da Mulher.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”. [1]
Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a simpatia ou amor pelas mulheres da vida —; uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia).
Quando a Tchecoslováquia integrava o Bloco Soviético (1948 - 1989), esta celebração foi apoiada pelo Partido Comunista da Tchecoslováquia, e foi gradualmente transformando-se em paródia. O MDŽ (Mezinárodní den žen, "Dia Internacional da Mulher" em checo) era então usado como instrumento de propaganda do partido, que esperava assim convencer as mulheres de que considerava as necessidades ao formular políticas sociais. Durante as últimas décadas, o MDŽ acabou por se tornar uma paródia de si próprio. A cada dia 8 de março, as mulheres ganhavam uma flor ou um presentinho do chefe. Assim, o propósito original da celebração perdeu-se completamente. A celebração ritualística do partido no Dia Internacional da Mulher tornou-se estereotipada e era mesmo ridicularizada pelo cinema e pela televisão, na antiga Checoslováquia. Após o colapso da União Soviética, o MDŽ foi rapidamente abandonado como mais um símbolo ridicularizado do antigo regime.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu, sendo revitalizado pelo movimento feminista da década de 1960.
1975  foi designado como o Ano Internacional da Mulher,

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

2010 reflita... Ano Eleitoral ...ou Ano Eleitoreiro?



Mais um ano se inicia muita festa, muita alegria, mas, sobretudo muita esperança. O ano de 2010, será um ano eleitoral ou ano eleitoreiro?
O povo brasileiro mais uma vez irá ás urnas para escolher seus novos dirigentes tanto no parlamento estadual e federal como também seus novos governadores e presidente.
Nos últimos 8 anos temos assistido uma verdadeira onda de corrupção política seja por parte das instituições-empresas, seja por empresários de grandes aglomerados e até mesmo juízes sem ainda mencionar a nova HISTÓRIA que nossos governadores, deputados, senadores e até mesmo a presidência (que nunca sabe de nada) estão envolvidos em inúmeros escândalos. Como eles dizem que estão se lixando para a opinião pública e por isso os senadores e deputados que se uniram para não punir seus colegas. Não vou citar nomes de deputados e senadores envolvidos em corrupção neste texto, escreverei um texto especifico só para eles com todos os dados do mesmos,porém não posso deixar de lembrar que tivemos no Senado da Republica, senadores e senadoras da base do governo e do próprio PT votando NÃO para que não se investigasse as denuncias do senador e presidente daquela Casa José Sarney.
Até quando seremos obrigados a deixar estes criminosos de COLARINHO BRANCO entrarem em nossas casas sem pedir licença através dos programas partidários transmitidos OBRIGATORIAMENTE pela televisão e rádio e pior programas estes pagos com nossos impostos.
ACORDA POVO BRASILEIRO reflita bem, sei que lembra em que você votou para Presidente da República e Governador para os cargos de Deputado Federal, Deputado Estadual e Senador quais foram os seus escolhidos? Tenho quase certeza que não se lembra como também não se importa de verificar o que eles estão fazendo ou como estão governando com o seu voto... Ir a ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA , SENADO OU CÂMARA DE DEPUTADOS acho que você nunca foi lá,fazer o que?... Você não gosta de política vota porque é obrigado... Pois bem este ano de 2010 é ano de eleição ano das vacas gordas, ano do mais esperto, ano de tirar aproveito de se igualar aos nossos representantes onde a maioria dos eleitores se corrompem em troca de migalhas achando que estão sendo espertos.
Esperto é quem comprou seu voto, pois se o eleitor se corrompe por tão pouco, porque quem você elegeu não vai se corromper, ele não tem obrigação alguma de ser honesto, quem vai cobrar dos nossos governantes, dos nossos representantes, ética, moral e honestidade se não tivemos estes ao irmos as urnas elegê-los.
Pois bem podemos reescrever nossa HISTÓRIA somos a maioria, não podemos deixar que a minoria mais uma vez saia ganhando.
Tenho certeza que muitos milhares que estão lendo este texto não se vendem por migalhas eleitoreiras, nós podemos fazer a diferença.
Temos a obrigação moral de uma análise profunda das necessidades coletivas.
Temos de fugir de algumas armadilhas como: promessas mirabolantes, jogadas de marketing eleitoral.
Analise as ligações dos candidatos com questões pouco úteis à política, suspeitas e histórias estranhas.
Concentre-se na capacidade do candidato transformar em ação aquilo que é necessário.
Para tanto, não se esqueça de uma questão fundamental: seu voto é uma procuração. Por meio dele você delega o seu direito de administrar o patrimônio público (nosso) aos representantes.
Política não é só eleição, não acaba quando você digita FIM na URNA ELETRONICA, neste momento começa a ser escrito mais quatro anos de história, da nossa história e não podemos deixar que escrevam estórias sobre nós, temos que fazer a diferença nestas eleições para que voltemos a ter orgulho de sermos brasileiros para que nossos netos, filhos as próximas gerações leiam a história brasileira que reescrevemos ao termos escolhido com sabedoria nossos representantes.
A democracia não exige apenas a escolha, mas a ação consciente.
Vamos discutir política sem a defesa de posições partidárias e sim preocupados as mudanças necessária e o fortalecimento de nossa democracia.
Por isso lembre-se... A escolha certa depende de cada um de nós.
Vote certo... Vote com consciência.

Fátima Pêgo 01/01/2010 -13:30

domingo, 20 de julho de 2008

DIA INTERNACIONAL DO AMIGO


Como eu não tenho o dom de ler pensamentos, eu me preocupo somente
em ser amigo e não saber quem é inimigo. Pois assim, eu consigo apertar
a mão de quem me odeia e ajudar a quem não faria por mim o mesmo.
E vc que aperta a minha mão com a tua amizade e faria o mesmo por mim, saiba que dia do amigo é todo dia... Mas enfim um feliz dia internacional do amigo e da amizade.
Beijos da anjo

sábado, 5 de julho de 2008

CONSCIÊNCIA POLÍTICA

A maioria dos eleitores imaginam que a política não tem nada a ver com a vida pessoal. É comum muito deles afirmarem que não se interessam por política e alguns chegam a dizer que detestam política.


A cada dois anos, somos convocados a votar. Quando acontecem eleições, todo brasileiro maior de 18 anos e menor de 70 anos, tem obrigação de votar.

Nas eleição os candidatos e seus partidos invadem a nossa vida, pela televisão, pelos jornais, nos outdoors, nas ruas, faixas etc.
Época em que
os temas políticos aparecem nas conversas, nas discussões sobre os candidatos, nas piadas, nos debates pela televisão, nos telejornais, e até mesmo em discussões nas escolas.

E por termos memória curta... Acabam as eleições, esquecemos os politiqueiros e alguns políticos, isso não só no nosso cotidiano, mas também nos telejornais e imprensa escrita.

Será que Política é só ELEIÇÃO?
Acredito que não.

A política interfere em nossas vidas todos os dias.

Todas as leis e medidas, tomadas por aqueles que foram legitimamente eleitos, interferem direta ou indiretamente em nossa vida.

Desde os impostos que pagamos ao salário que recebemos, da nossa vida profissional a familiar tudo que vivemos é regido pelas leis e pelas decisões daqueles que nos governam.

Por isso nunca devemos dizer que somos apolíticos, pois todos os dias e o dia todo fazemos política inconscientes, mas fazemos.
Consciência política não é fazer política em época de eleição, ou seja, pedir votos, mas sim a maneira como devemos votar.

Pois o voto é mais que um dever é um direito adquirido e temos de ter consciência ao digitá-lo. Nunca votarmos induzidos pela mídia, mas sim com plena certeza de estarmos escolhendo o melhor.

Consciência política significa que devemos escolher atentamente o candidato que quisermos eleger e para escolhermos bem, depende de se observar diversos aspectos, como analisar as propostas concretas de um partido ou candidato e as informações que aparecem nos programas dos partidos. Devemos avaliar cada candidato, que setor ele mais representa, entender quais tarefas ele vai ter de cumprir no cargo para qual está se candidatando e procurar saber se ele está preparado para fazer isso.
Significa que precisamos participar o tempo todo, isto é, acompanhar acontecimentos, informar-se, debater, aprender, compreender e, é claro, manifestar-se e ouvir as pessoas.
Também não podemos votar por vantagens pessoais, fazendo com que os interesses de um indivíduo se sobressaiam aos interesses do Estado. Se votarmos pensando apenas em vantagens pessoais mesmo ganhando estaremos perdendo, mas se votarmos pensando num todo a sociedade inteira ganhará.

Devemos excluir esses políticos que nos oferecem de tudo por um voto. Esses são os verdadeiros POLITIQUEIROS como já dizia Rui Barbosa.

Devemos saber que nem todo político é igual.

Existem candidatos sérios, honestos e com propostas viáveis para a melhoria de qualidade de vida da população e da nação.
Nos cabe usar o nosso poder de análise e avaliação, utilizando o voto da melhor maneira, pois é o nosso voto que tem a força de mudar o Brasil.

Lembrem sempre que nós Somos Eleitores eles Estão: Governadores, Prefeitos, Vereadores, Senadores e Presidente.

E entre SER e ESTAR a diferença é enorme.

Digo sempre se nós tivermos consciência política, o Brasil só tem a ganhar!

Não podemos esquecer que Consciência é:

É o sentimento ou percepção do que se passa em nós;

A voz secreta da alma; - Senso de autocrítica, aprovando ou desaprovando nossas ações; - Senso de responsabilidade; - Honradez; - Retidão; - Sinceridade absoluta.

Política é uma arte, que, se bem empregada, poderá trazer muitos benefícios. Ciência dos fenômenos referentes ao Estado;

Ciência Política; - Sistema de regras respeitantes aos negócios públicos; - Arte de bem governar os povos.
Habilidade no trato das relações humanas, com vista à obtenção dos resultados desejados; - Maneira hábil de agir;

Portanto podemos concluir que hoje consciência e política não estão mais digamos “casadas”, mas nós que acreditamos em nosso Pais temos por obrigação ligá-las, fazermos com que estas duas palavras caminhem juntos formando uma só definição.

Fátima Pêgo (Anjo)

05/07/08 as 04h25min